sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Projeto Tropicália. Alunos Comemoram os 50 Anos do Movimento Tropicalista e sua Época

Para comemorar os 50 Anos da Tropicália, movimento cultural que nasceu na Bahia, com importante repercussão na cultura e na música popular brasileira nas décadas de 1960 e 1970, professores, alunos e toda comunidade escolar do Colégio Estadual Raphael Serravalle, em Salvador, Bahia, participaram  nos dias 31 de agosto e 1 de setembro/17,  da Culminância do Projeto Multidisciplinar -  A Tropicália e a sua Época, desenvolvido durante a 2ª. Unidade com   as turmas do Ensino Fundamental e 1a. e 2a.  séries do Ensino Médio, tendo cada turma duas madrinhas, que estão orgulhosas.

Foi lindo e gratificante para todos nós professores apreciar as leituras e releituras produzidas por uma geração que não viveu naquele período. Parabenizamos a todos os nossos queridos alunos pelo brilhantismo da festa, que nos deixou felizes e orgulhosos diante da resposta aos objetivos e ações propostas   em todas as etapas, aqui resumidas: 

- Música na Escola / Flash Mob no intervalo: cada dia uma turma era responsável por apresentar músicas e outras performances dos principais artistas: Gilberto Gil, Caetano Veloso, Tom Zé, José Carlos Capinam, além de Maria Betânia, Gal Costa,  Os Mutantes, Hélio Oiticica, Jorge Ben, Raul Seixas, Roberto Carlos e outros.
- Elaboração de cartazes, como os que ilustram este post, painéis ou revistas. Composição de  músicas, poesias, coreografias e o que o aluno considerar importante para a realização do trabalho.
- Diálogos entre a Tropicália e os demais movimentos da época: Movimento Vanguarda e o Pop Rock, Novos Baianos, Jovem Guarda, MPB.
- Contexto histórico nacional (o Regime Militar) e internacional (a Guerra Fria);
- A importância do movimento; principais autores das diferentes manifestações artísticas na música, nas artes plásticas, no teatro, na literatura, no cinema (o Cinema Novo); tendências da época na estética;
- Ditadura na América Latina e Espanha. Contexto Histórico e visão da opressão nos países vizinhos. Músicas que retratam a problemática. 
- Contexto Cultural Nacional. Arte Engajada. Chico Buarque, Novos Baianos, Jovem Guarda, Música Negra. Teatro: José Celso Martinez Corrêa. Cinema Novo: Glauber Rocha.  Artes Plásticas: Hélio Oiticica. Literatura:  Haroldo e Augusto Campos. Festivais de MPB/1967 e 1968. Disco Tropicália ou Panis Et Circensis (pão e circo), 1968.  Comp: Caetano
Veloso e Gilberto Gil.  Intérpretes: Banda Os Mutantes.
- Contexto Cultural Internacional. A chamada “Contracultura” - o Movimento Hippie; a Estética Hippie, o Flower Power (poder das flores);  Monterey International Pop Music Festival, 1967- Califórnia   e   Woodstook Festival (USA). The Beatles; The Rolling Stones (Reino Unido).

- Culminância: Exposição dia 31/08/17.  Festival - 01/09/17.  Acompanhe as fotos: 

Exposição de mídias do período, a exemplos do Rádio, 
o  Long Play,  substituído pelo CD, além de instrumentos musicais.
Performance dos alunos na sala de aula, com músicas dos trpicalistas.
 Não poderia faltar referências aos famosos  protestos, a exemplo da palavra de
ordem mais usada e mais contundente da época: ABAIXO A DITADURA !
Coreografia com músicas  que marcaram a época
Plateia atenta e participativa. Lindos ! Parabéns!
Não poderia faltar combustível para repor as energias. 
Frutas tropicais e outas deliciosas iguarias,  com direito a
música no rádio de pilhas.Tudo no capricho!
                       Da esquerda para a direita, as Professoras Marialva  Dórea
(Português), Patrícia Araújo (Inglês),  Graça Fidelis (Coordenadora)
 e Lourdes Dutra  (História) recebem o carinho dos alunos.
   Professora Lise  Canário - de óculos escuros  na blusa (Matemática),  madrinha do
 1o. ano  "J",  feliz da vida com o desempenho dos seus pupilos. Foram brilhantes!
Professoras Edinê Menezes - cartaz no colo (Sociologia),  Indira Almeida- blusa preta (Filosofia),
Andréa - blusa azul (Física), Lise (Matemática), na apresentação dos alunos, do 2o. H.
Professoras  Claudia Araújo, de flor no cabelo (Redação),  Terezinha Roheukohe
             (Sociologia), Rosana  Zaidam (Biologia), Lúcia Serafim-de óculos escuros (Geografia) Lourdes, Patricia,  Milagro  Chevarria (Espanhol), Ana Virginia  Pimentel -em pé, de mão na cintura 
(Português)  acompanhando as apresentações dos alunos.  
 
FINAL APOTEÓTICO  -  IL GRAN  FINALE !  

Professoras Lourdes -de vestido (Históra) e  Patrícia - de calça branca (Inglês),  Prof. Dackson (História) comemoram o sucesso  do  Projeto,  dançando ao som  da  música País Tropical, de Jorge Bem, clássicos do Samba...
         
                                  Parabéns, Professores e Alunos ! Todo o nosso aplauso! 

Sites consultados sobre  o que foi a Tropicália. Amplie seus conhecimentos:
Música:  Panis Et Circensis. Compositores – Caetano Veloso e Gilberto Gil, 1968; Intérpretes – Banda Os Mutantes. Álbum – Tropicália ou Panis Et Circensis, 1968.
Panis Et Circensis = Pão e Circo
Ana de Oliveira. Projeto Tropicália
Napolitano, Marcos. UFPR. Arte engajada e seus públicos (1955/1968).
http://omartelo.com/omartelo22/materia9.html

Fotos e texto adaptado do projeto original, pela   Profa. Claudia Martins

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Por que Ensinar Habilidades Sócioemocionais. "Conteúdos Escolares não Bastam para a Sociedade Atual" (...) "Quais competências (saberes, habilidades, atitudes e valores) serão cruciais para a inserção dos estudantes na vida adulta em 2030" ?

Crianças felizes. Crédito: Shutterstock

                                                                     
Li esta matéria publicada pela Revista Nova Escola,  no último 17 de Julho 2017, e resolvi pulicar aqui na íntegra, inclusive com as ilustrações. 

A Revista  entrevistou a pesquisadora Esther Carvalhaes, analista na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em Paris, abordando um tema muito caro para a escola,  os   agentes e Sistemas Educacionais.   Merece a atenção de professores, pais e sociedade.  Os grifos são nossos. Acompanhe. Compartilhe ! 

"Um mundo em mutação exige que indivíduos e sociedades se adaptem continuamente e colaborem entre si para resolver problemas nunca antes vistos. Nas próximas décadas, surgirão empregos que ainda não existem e as tecnologias continuarão evoluindo. É nesse contexto que vários países analisam seus sistemas de ensino atuais e valorizam as habilidades não cognitivas no cotidiano escolar. 

Para saber mais sobre essa discussão, NOVA ESCOLA entrevistou a pesquisadora Esther Carvalhaes, analista na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em Paris. 

Formada em Educação pela Universidade de São Paulo e Doutora em políticas educacionais pela Universidade da Cidade de Nova York, ela se especializou na aplicação de métodos estatísticos para melhor compreender realidades educacionais. Hoje, recebe e analisa os dados de vários países e acompanha o projeto Educação 2030, como conta a seguir.

Por que as atenções internacionais estão voltadas para as habilidades socioemocionais?  

Apenas os conteúdos escolares não parecem mais bastar para as sociedades atuais. O aprendizado não irá mais se limitar ao período da Educação Básica, mas deverá continuar durante toda a vida do indivíduo (em inglês, life-long learning).   

Na escola, os alunos aprendem a se relacionar, a lidar com diferentes opiniões e costumes, a trabalhar em equipe e até a estabelecer alvos mais elevados para si mesmos. Isso exige que eles desenvolvam uma série de habilidades não estritamente cognitivas, mas que têm mais a ver com sua capacidade de construir relações de confiança e de se autoconhecer, de mobilizar ou controlar suas emoções, seja para atingir objetivos escolares ou para criar um ambiente positivo ao seu redor.


Quais características um professor deve ter para desenvolver essas habilidades nos alunos?

É difícil imaginar que um professor ou professora possa ajudar seus alunos a desenvolver certas competências se não tiver disposição para servir de exemplo. 

Há várias vertentes de pesquisa educacional que mostram a importância de modelos sociais no aprendizado. Os educadores que já desenvolveram certas competências têm papel fundamental em ajudar outros a desenvolvê-las. 

Eles podem inspirar, demonstrar, explicar o porquê de suas ações e compartilhar estratégias. Este aprendizado não vem só dos docentes, mas de pais de alunos, de colegas de sala e de amigos fora da escola.


Como as evidências internacionais podem verificar o impacto das habilidades socioemocionais no aprendizado em longo prazo?

De certa maneira, o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) já tem feito isso: é preciso continuar medindo através dos anos que relação existe entre certas habilidades e o aprendizado nas novas turmas. 


Algumas competências estão associadas a melhores níveis de desempenho em vários países. Se elas forem testadas em diversos grupos de alunos e as pesquisas mostrarem os mesmos resultados, aumenta a credibilidade destas evidências. 

Por exemplo, é certo que a motivação para aprender e a sensação de pertencimento à comunidade escolar influenciam diretamente na aprendizagem. Observar diferenças entre países também é importante, porque elas permitem elaborar e estudar novas hipóteses para explicar por que certas competências se manifestam de outras formas dependendo do contexto.





Qual o grande desafio dos pesquisadores?

Quando se trata de habilidades socioemocionais, ainda temos muito a aprender. Um dos principais obstáculos neste sentido refere-se à dificuldade de se aferir certos atributos individuais de forma rigorosa e objetiva. 

Como medir, por exemplo, a criatividade dos alunos? E sua capacidade de colaborar com os colegas? E seus níveis de persistência para alcançar um objetivo? Ou ainda sua resiliência, ou seja, sua capacidade de suportar e superar desafios? 

Outra dificuldade está no plano metodológico. No mundo ideal dos pesquisadores, teríamos que medir as habilidades de interesse com instrumentos confiáveis desde cedo na vida das crianças e acompanhar seu desenvolvimento individual até a vida adulta. Mas isso é muito difícil de realizar em larga escala.

Quais seriam as alternativas?

Um dos caminhos é fazer uma reflexão séria sobre que habilidades e competências são consideradas relevantes para a vida dos alunos e desenvolver instrumentos mais sofisticados que ajudem na aferição destas habilidades. 

Na OCDE, mais de 20 países cooperam em um projeto chamado Educação 2030. Muitos deles estão se perguntando se os sistemas de ensino atuais são capazes para preparar suas crianças e jovens para um futuro próximo.

Como será esse projeto na prática?

Ele começou em maio de 2017 com um encontro de trabalho entre especialistas, que ouviram estudantes e outros interessados sobre o assunto. A partir dele, cada país irá definir quais competências (saberes, habilidades, atitudes e valores) serão cruciais para a inserção dos estudantes na vida adulta em 2030 e, então, examinar se elas estão refletidas nos currículos atuais das escolas. 

Será um exercício de troca de ideias e aprendizado com as experiências de outros, mas também um autoexame para saber o que falta. Este diálogo está em pleno andamento e a primeira fase do projeto dura até o fim de 2018. 

A segunda fase será dedicada a questões fundamentais, como traduzir um currículo em ações e projetos pedagógicos, desenvolver competências em sala de aula e fazer avaliações escolares coerentes com os novos conceitos".

Fonte: Revista Nova Escola. Acesso em 19/07/2017. Disponível em: 

terça-feira, 13 de junho de 2017

Arraiá do Serra 2017. Comunidade Escolar Celebra a Tradicional Festa Multicultural do Nordeste do Brasil. Origem da Festa Junina


A Comunidade Escolar do Colégio Estadual Raphael Serravalle, em Salvador, Bahia, comemorou em alto estilo a  festa mais popular  do Nordeste brasileiro: o São João. 

Comida típica farta, muito forró, brincadeiras, trajes típicos, representações teatrais, quermesse, a famosa dança de quadrilha e,  muita animação,  estavam presentes no evento, que reuniu a Direção, Professores, alunos, funcionários e convidados.  Parabéns a todos os envolvidos! Foi tudo muito lindo! 

Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste a festa junina se destaca por suas características multiculturais, que remontam aos colonizadores europeus, aos povos nativos e aos afrodescendentes. 

Hoje, tradições europeias,  indígenas e africanas  se misturam nessas divertidas comemorações.

No Nordeste, além de alegrar o povo da região, atraem muitos turistas, aumentando os lucros e gerando empregos. Aqui, as fogueiras servem como centro para a famosa dança de quadrilhas, enquanto na  Região Sudeste é tradicional a realização de quermesses.

Nas  Fotos 1 (acima)  e 2 (abaixo), muita animação no Arraiá do Serra, forró e  comidas típicas. AProfessoras servindo  aos aluno. 


Origem da Festa Junina 

Na época da colonização do Brasil, após o ano de 1500, os portugueses introduziram em nosso país muitos elementos da cultura europeia, a exemplo das festas juninas, que têm  origem nas festas dos santos populares em Portugal:  Santo Antônio (13 de Junho), São João (24 de Junho), São Pedro e   São Paulo (29 de Junho).  De início, a festa era chamada de Joanina e homenageava apenas São João. 

No Brasil Colônia, havia grande presença de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses, que podem ser identificados na festa. 

Da península Ibérica (Portugal e Espanha) veio a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.

   
A tradição de soltar fogos de artifício veio da China, de onde surgiu a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos.  

Quadrilha: dança à francesa – da França veio a dança marcada, típica das danças nobres. A quadrilha tem origem francesa, nas contradanças de salão do século 17. Em pares, os dançarinos faziam uma sequência coreografada de movimentos alegres. 

O estilo chegou ao Brasil no século 19, trazido pelos nobres portugueses. Foi sendo adaptado até fazer sucesso nas festas juninas, como se pode observar nas palavras de origem francesa, que são proferidas para  marcar a dança.  Exemplo: anarriê  (en arrière - para trás) e anavã (en avant -para frente), alavantú ( en avant tous' - todos à frente)...

Tradições e Comidas típicas 

A comida típica das festas juninas é quase toda à base de grãos e raízes que os índios cultivavam: milho, amendoim, batata-doce e mandioca. O mês de junho é a época da colheita do milho, alimento de origem indígena. Grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades juninas, são feitos desse cereal. Exemplos: pamonha, canjica, milho cozido e assado, cuscuz,  pipoca, bolo de milho. 

Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bom-bocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho, tudo  de acordo com o que produz cada região do Brasil. 

Várias brincadeiras entraram para a festa: pau de sebo, cabra-cega, correio elegante, os fogos de artifícios, o casamento na roça etc,  com o objetivo de animar ainda mais.

As decorações dos arraiais vieram de Portugal, junto com as novidades que, na época dos descobrimentos, os portugueses trouxeram da Ásia: os enfeites de papel, balões de ar quente e pólvora.

Embora os balões tenham sido proibidos no Brasil, por razões de segurança,  ainda são usados na cidade do Porto, em Portugal.  

Os negros e os índios que viviam no Brasil não tiveram dificuldade em se adaptar às festas juninas, pois são muito parecidas com as de suas culturas. 


Esses elementos culturais foram se misturando aos aspectos culturais dos brasileiros de origens indígena, afro - brasileira  imigrantes europeusnas diversas  regiões do país, tomando-se características particulares em cada uma.  

A música e os instrumentos usados (cavaquinho, sanfona, triângulo ou ferrinhos, reco-reco etc.) estão na base da música popular e folclórica portuguesa e foram trazidos ao Brasil pelos povoadores e   imigrantes daquele país.


Os sons regionais, que hoje conhecemos, têm esses instrumentos presentes. No Nordeste, as composições do sanfoneiro Luiz Gonzaga, nascido no dia 13 de dezembro de 1912, na pequena cidade de Exu, no interior de Pernambuco, são as mais famosas. 


Os ritmos que Consagraram o Rei do Baião, que morreu no dia 2 de Agosto de 1989, em Recife, Pernambuco, continuam a ser referências da música sertaneja de raiz. Seus ritmos foram incorporados ao Movimento Tropicalista da década de 1960, interpretados pelos representantes da Tropicália: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Bethânia. A cultura brasileira sobreviverá se nós aprendermos a não esquecer nossos ícones e não os celebrar apenas em datas especiais.
Os alunos se divertiram com  brincadeiras, como  "Cabra-cega". 
A Professora Taísa Maciel com os alunos
Continue vendo  as fotos. Afinal, segundo o filósofo chinês Confúcio, uma imagem vale mais que mil palavras.  

A Banda EVENTOR comandada pelo ex-aluno do Serravalle, Bruno, 
animaram em grande estilo o Arraiá do Serra 2017. Muito bons ! 

Assista ao vídeo postado pela Profa. Renata Souza, no seu face,  
com os alunos dançando a quadrilha. Clique no link abaixo: 


Os Alunos do Ensino Fundamental (Matutino) estavam muito 
 animados  e se divertiram  bastante. Fotos da Profa. Moema


Profa. Moema Sampaio  confraternizando-se com os alunos do 
Ensino Fundamental (turno matutino)


 Representação Teatral dos Alunos do 2o. Ano H, Vespertino






Alunas Fantasiadas de "Casamento na Roça" 

 Profa. Silvia (Matemática, em pé)  e a Profa. Taísa Maciel  (Química ) 
de vestido junino,  confraternizam com os alunos do 2o. Ano Vesp. 
 Representação Teatral dos Alunos do 2o. Ano H, Vespertino

 Professor Dackson (História) confraternizando-se com os alunos 


Profa. Renata Souza (Química) e a Profa. Jane Menezes (Ed. Física) 

Prof. Moema Sampaio  (Língua Portuguesa, à esquerda)  
e a Vice-diretora do Matutino,  Profa. Nívea Muricy, à direita 
Da esquerda para a direita, as  Profas. Moema, Ângela (Português), 
Denise  (Sala Multifuncional) e  Graça Luz (Coordenadora)
Da esquerda para a direita, as  Profas. Taísa Maciel (Química), 
Jane  Menezes e  a Coordena Pedagógica Silvana Guimarães


 Profa. Edinê Menezes (Sociologia) à direita, a Profa. Thaise Farias (Química),  Nívea Muricy (Vice-diretora do Vesp), a funcionária Graça Silva, todas muito  lindas e animadas na festa. 
 Profa.  Rosana Zaidan (1a. à direita, de óculos,calça comprida, sentada), 
marcando presença na  festa.


Prof. Rita Bezerra  (Inglês- de blusa xadrez, echarp,  um lindo sorriso), 
com o casal de netinhos vestidos de caipiras, curtindo a festa  no ritmo do forró.
Alunos do 1o. Ano Vespertino, curtindo a festa  
Alunos marcando a dança da quadrilha junina ! 

Êta arquibancada animada !  





PARABÉNS, TURMA ! FELIZ SÃO JOÃO !

Fotos: Todas as imagens foram produzidas pelas Professoras Moema Sampaio, Taísa  Maciel, Claudia Martins e Renata Souza. 

Referências